O novo gadget criado pela Google ainda não tem data pra sair, mas a empresa liberou um vídeo que (supostamente) dá um gostinho de como será experimentar as lentes futuristas que obedecem ao seu comando de voz.
Monsters University, ou Universidade Monstros (no Brasil), é o próximo longa-metragem da Pixar a ganhar os cinemas.
A sequência de Monstros S.A. mostrará Mike e Sully na época em que eles eram universitários. A expectativa de muitos é que esse filme marque a volta da Pixar em fazer animações mais relevantes do que as últimas (Carros 2 e Brave, que são claramente os filmes mais fracos da casa que criou Buzz, Woody, Wall-e e cia).
E o que dá essa esperança são os últimos vídeos de divulgação, no melhor estilo “propaganda universitária”. Confira!
Mas na minha opinião ainda fica a dúvida, pois se trata de uma sequência que vem de um planejamento que decidiu dar uma explorada nas franquias já estabelecidas pela Pixar, de um jeito mais próximo de Carros 2 do que de Toy Story 3. Lembrando que Procurando Nemo também ganhará um segundo longa-metragem.
Justin Timberlake é um cara que, se não tiver sua admiração, pelo menos merece o seu respeito.
O ex-N’Sync seguiu carreira solo após o fim do grupo e já havia mostrado a que veio, fazendo um pop calcado no caminho e legado deixado por Michael Jackson em seu disco de estréia, batizado de Justified. Se o cantor/ator/empresário não tem os movimentos do caçula dos Jackson 5 (a verdade é que ninguém tem), a sua música vai beber direto da fonte do rei do pop.
E com o passar dos anos, essa referência foi ganhando contornos próprios com a dobradinha entre Timberlake e o super produtor Timbaland. O resultado é o meteórico Futuresex/Lovesounds, que levou J.T a um sucesso inigualável se comparado aos seus feitos anteriores.
Após um longo hiato musical, enquanto fazia uma nova carreira em Hollywood como ator de cinema, eis que em 2013 Timberlake resolve voltar aos estúdios e lançar um novo álbum entitulado ” The 20/20 Experience”.
O primeiro single é Suit & Tie, onde o cantor vem acompanhado por ninguém menos que Jay-Z, e de quebra teve seu clipe dirigido por David Fincher (não sabe quem é? Clique aqui.)
Imagine o seguinte briefing: “é preciso encontrar uma maneira de fazer uma referência a cada filme ganhador do Oscar de Melhor Filme dos últimos 85 anos”.
Dito isso, Olly Moss e o pessoal da Gallery 1988 executaram com perfeição o que foi pedido e criaram o poster final da cerimônia do Oscar 2013. São 85 estatuetas customizadas com algum detalhe marcante do ganhador daquele ano.
Para ver o poster ampliado e tentar adivinhar qual o filme de cada estatueta, clique aqui ou na imagem.
Depois de 13 meses (!) resolvi fazer mais uma nova coletânea dedicada aos bateristas que realmente fazem a diferença na música.
E esse segundo post (o primeiro está aqui) é inteiramente dedicado a Aaron Spears.
Nascido em 1976, vindo da cena gospel norte-americana, Aaron ganhou fama como baterista do grupo de Jazz/R&B/Rock chamado The Gideon Band. De lá pra cá, ele já trabalhou com artistas do naipe de James Brown, Alicia Keys, Usher além de excursionar com a turnê do programa American Idol.
Quando uma marca tem 50 anos, isso significa ter muita história pra contar. E dentro desse tempo todo, olhando atentamente para trás, é possível colher momentos e transformá-los em contos épicos. A odisseia de se tornar inspirador para o mundo, a redenção na forma de tragédia, ser um mito e ter forças para manter sua credibilidade inquestionável.
Tudo o que descrevi logo acima é o que a McLaren fez com o primeiro curta-metragem, de três, que atende pelo nome de Courage (coragem).
Nele, o fantasma de Bruce McLaren conta sua história e de como o que parecia ser o fim, com a sua morte aos 32 anos no circuito de Goodwood em 1970, se tornou na verdade o começo de tudo para a escuderia que mais deu alegria aos brasileiros na Formula 1.
Com um pouco mais de 3 minutos de duração, a narração do vídeo é incrível e conta com um dos melhores textos publicitários que li nos últimos tempos.
“…O QUE PODERIA SER VISTO COMO UM FINAL TRÁGICO ERA, NA VERDADE, UM COMEÇO. COMO EU SEMPRE DISSE, FAZER ALGO BEM VALE TANTO A PENA QUE MORRER TENTANDO FAZER MELHOR NÃO PODE SER IMPRUDENTE. DE FATO, A VIDA NÃO É MEDIDA APENAS EM ANOS, MAS EM CONQUISTAS…”